segunda-feira, 11 de março de 2013

Anne Frank faleceu a 12 março 1945

Hoje faz 68 anos da morte de Anne Frank, que acabou sendo um dos símbolos da atrocidade humana e uma das vítimas do Holocausto de Adolf Hitler.
Anne Frank e sua irmã Margot foram transferidas para o campo de concentração Bergen-Belsen, depois que um delator revelou o esconderijo delas as autoridades nazistas, onde morreram em março de 1945. Anne tinha apenas 15 anos. 
Anne Frank acabou sendo conhecida mundialmente depois que seus relatos viraram o livro O Diário de Anne Frank considerado um dos livros mais importantes do século XX.
São de Anne Frank as frases:
"Apesar de tudo eu ainda creio na bondade humana."
"Ao longo de todo o tempo em que aqui estive, ansiei inconscientemente - e por vezes conscientemente - por confiança, amor e afeição física. Este anseio pode variar em intensidade, mas está sempre presente."
"O melhor de tudo é o que penso e sinto, pelo menos posso escrever; senão, me asfixiaria completamente."

sexta-feira, 8 de março de 2013

Ser MULHER




"Entre livros nasci. Entre livros me criei. Entre livros me formei. Entre livros me tornei. 
Enquanto lia o livro, lia-me a mim o livro. Hoje não há como separar: o livro sou eu!" 

                                                                         (Inajá Martins de Almeida) 

segunda-feira, 4 de março de 2013


Francisco Moita Flores

                                               na nossa escola

A Biblioteca tem o prazer de convidar toda a comunidade educativa para participar na sessão com o escritor e criminologista Moita Flores, a realizar no dia 7 de março, pelas 10 horas, na Escola Básica Integrada de Eixo.

Ao longo do mês de março, na biblioteca, estão à venda, algumas obras do escritor (que poderão ser autografadas).

Francisco Moita Flores tem o nome associado a uma vasta e prestigiada obra que se distribui pelo romance, televisão, cinema e teatro.

Alguns dos seus trabalhos estão inscritos na galeria da melhor ficção nacional. Ballet Rose, Raia dos Medos, O Processo dos Távora, A Ferreirinha, A Fúria das Vinhas, Não Há Lugar Para Divorciadas, Polícias sem História, Filhos do Vento, Mataram o Sidónio, as adaptações de grandes autores como Aquilino Ribeiro, Eça de Queirós, Júlio Dinis, entre outros, tornaram-no uma figura incontornável da dramaturgia escrita em português.

Traduzido em várias línguas, várias vezes premiado quer em Portugal quer no estrangeiro, acabou por ser distinguido pelo Presidente da República com a condecoração de Grande Oficial da Ordem do Infante.


A NÃO PERDER!
           

Francisco Moita Flores na nossa escola


No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Livro, a Biblioteca tem o prazer de convidar toda a comunidade educativa para participar na sessão com o escritor e criminologista Moita Flores, a realizar no dia de março, pelas 10 horas, na Escola Básica Integrada de Eixo.

Ao longo do mês de março, na biblioteca, estão à venda, com 20% de desconto, algumas obras do escritor (que poderão ser autografadas).

Francisco Moita Flores tem o nome associado a uma vasta e prestigiada obra que se distribui pelo romance, televisão, cinema e teatro. 
Alguns dos seus trabalhos estão inscritos na galeria da melhor ficção nacional. Ballet Rose,Raia dos Medos, O Processo dos Távora, A Ferreirinha, A Fúria das Vinhas, Não Há Lugar Para Divorciadas, Polícias sem História, Filhos do Vento, Mataram o Sidónio, as adaptações de grandes autores como Aquilino Ribeiro, Eça de Queirós, Júlio Dinis, entre outros, tornaram-no uma figura incontornável da dramaturgia escrita em português. 
Traduzido em várias línguas, várias vezes premiado quer em Portugal quer no estrangeiro, acabou por ser  distinguido pelo Presidente da República com a condecoração de Grande Oficial da Ordem do Infante.

                                                                       A NÃO PERDER!

               Não há Lugar para Divorciadas                            O Bairro da Estrela Polar

sexta-feira, 1 de março de 2013


"O Livro Extravagante"

Era um livro esquisito,
feito com rimas esquinadas
e palavras estonteadas
desenhadas nas lombadas.
Lia-se todo ao contrário,
mesmo fora do horário,
à margem do calendário,
e as rimas que guardava,
mesmo sem terem sentido,
logo ficavam no ouvido,
com um som muito vivo,
colado com adesivo.
Era um livro extravagante,
onde até um lagostim
rimava com lavagante.

Letria, José Jorge - Alicate, Bonifrate e Versos com Remate. Porto: Ed. Asa, 2002.